'Longe da terra' 2 - Crónica semanal de Ricardo Adolfo, na revista Sábado

Crónicas sobre as aventuras de um estrangeiro em Tóquio.

 

de Ricardo Adolfo

 


Todas as semanas, Ricardo Adolfo escreve a sua crónica na revista Sábado, sobre as aventuras de um estrangeiro em Tóquio.
Ricardo Adolfo vive actualmente em Tóquio e editou na Alfaguara os romances "Maria dos Canos Serrados", "Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas" e "Mizé - Antes galdéria do que normal e remediada".

 

É ainda autor do livro de contos "Os chouriços são todos para assar" e do livro para crianças "Os monstrinhos da roupa suja".
 

Leia a crónica 'Longe da terra "..." ', de Ricardo Adolfo.Sábado.11.07.14

 

 

 Sobre o autor:

Ricardo Adolfo nasceu em Luanda em 1974. Voltou com os pais a Lisboa e a Mem Martins, pouco depois da revolução de Abril.

Viveu em Macau ainda criança, retornou à capital e, finalmente, em 1999 resolveu deixar o país para trabalhar em publicidade, em Amesterdão, Londres e mundo fora.

Acabou a escrever sobre Portugal, pois, segundo ele, a condição de estrangeiro ajudou-o a escrever sobre o seu país. Rodou ainda uma curta com Wong Kar-wai.

De momento vive em Tóquio com a mulher da sua vida.

 

 

 Sobre o livro   "Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas":

 

 “E não havia maneira de me habituar a viver morto.” Dez anos depois de ter saído de Portugal, Ricardo Adolfo conta agora a história de um jovem casal de imigrantes ilegais, que um dia se perde e não consegue encontrar o caminho para casa. Brito é imigrante ilegal numa cidade que não conhece e cuja língua não fala. Um domingo à tarde, depois da volta das montras, perde-se a caminho de casa com a mulher e o filho pequeno. E como acredita que para tomar uma decisão acertada tem de fazer o contrário daquilo que acha que está correcto, o regresso a casa revela-se impossível. Depois de uma noite na rua, Brito percebe que se não pedir ajuda pode ficar perdido para sempre, mas se o fizer pode arruinar o sonho de uma vida nova. Em pouco mais de vinte e quatro horas, Depois de morrer aconteceram-me muitas coisas explora o que é viver imigrado dentro de si mesmo - mais difícil do que qualquer exílio.

 

Críticas:

 

«A nova literatura portuguesa passa obrigatoriamente por aqui.» Valter Hugo Mãe

 

«Ricardo Adolfo observa o seu país com feroz e acutilante ironia.» José Eduardo Agualusa

 

«…o escritor mais notável da sua geração…» António Pedro Vasconcelos

 

Leia o artigo Depois de emigrar aconteceram lhe muitas coisas.28.10.09

 

 

 

publicado por Editora Objectiva às 09:14 | link do post | comentar