Afonso Cruz, escritor e ilustrador, no jornal Sol.

 

O mundo encantado dos livros

por Rita Silva Freire

 

 

 

 

 

(...) E, se na maioria dos casos, o trabalho é dividido, no de Afonso Cruz é a dobrar. O autor, que assina não só os textos como as ilustrações dos seus livros, estreou-se na escrita infanto-juvenil em 2010 com Os Livros que Devoraram o Meu Pai. E diz que não são muitas as diferenças entre escrever para mais velhos ou mais novos. “Quando começo a pensar nem faço distinção mas depois há algumas coisas a considerar: tento evitar algumas palavras, mas sempre sem paternalismos, é importante que as crianças tenham acesso a palavras que não compeendem, até porque o que não compreendemos é o que nos faz evoluir. Mas em demasia pode estragar a história e afastá-los da leitura. Tento evitar isso e raciocínios que possam ser complexos”, diz ao SOL Afonso Cruz, salientando, porém, que nunca escreveu para crianças muito pequenas, normalmente para maiores de oito anos. “Quando tenho uma ideia é sempre uma coisa genérica. Depois tento perceber se pode ser, ou não, comunicada para todos eficazmente, se terá ou não ilustrações - e quando tem ilustrações é habitualmente conotada com o universo infantil - se será para adultos ou crianças”.(...) 

Leia o texto no jornal 'SOL'.23.12.13

publicado por Editora Objectiva às 10:31 | link do post | comentar